quinta-feira, 15 de julho de 2010

samba e tempestade

o carnaval que era você desapareceu
sua tempestade veio e me invadiu sem pena
levando embora a música e o som
a cor, o dia e a noite

perdeu-se o tom do tempo
e cada momento que passa
demora dez momentos pra passar

acabou a festa e o turbilhão
o que restaram foram memórias
nem bonitas, nem feias, memórias

o que aconteceu eu não sei,
mas sinto que mil alegorias se calaram aqui dentro.

18 comentários:

Guilherme Bayara disse...

Que lindo!
É complicado quando alguém que amamos se vai, seja temporariamene ou permanentemente.
Sei bem como é se afastar de quem se gosta, e o poema me tocou bastante.

James Rocha disse...

Ainda não sei como é se afastar de alguém que amo, e pretendo ficar sem saber :/

OMeuPOP disse...

LINDO...! parabéns
(um belo texto nesse friozinho baum e ma xicara de chocolate quente! adoro)

Chico disse...

Bem que poderia ser diferente... Ah vida, parace palhaço pregando de suas peças... Peças que as vezes são desagradavies pra gente.


Sinto saudades, saudades de uma pessoa, do meu amor.


Me tocou, muito belo!


Parabéns!

Pobre esponja disse...

A parte do tempo, da relatividade deste, me remete aos versos da letra "O teatro dos Vampiros": 'E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas".

abç
muito boa a poesia, rarefeito
Pobre Esponja

O Jardim disse...

Muito bom! Sem complicar, simples e direto!

Visite o Jardim das Hespérides:
http://jardim-das-hesperides.blogspot.com

e também o Pinguim Rosa:
http://pinguimrosa.blogspot.com/

Estou seguindo aqui! Espero você lá (:

O Jardim disse...

Muito bom! Sem complicar, simples e direto!

Visite o Jardim das Hespérides:
http://jardim-das-hesperides.blogspot.com

e também o Pinguim Rosa:
http://pinguimrosa.blogspot.com/

Estou seguindo aqui! Espero você lá (:

Sandro Batista disse...

Augusto, nem preciso dizer (você verá no final do post, o nome do meu blog), que de cara me chamou atenção o título. E você falou de amor como um sambista de primeira: de forma simples, porém repleta de sentimento, e é isso, a simplicidade que nos faz falar e sentir grandes coisas. Muito bom, parabéns!

Abração

http://estacaoprimeiradosamba.blogspot.com/

Leandro disse...

Belas palavras ^^

Karla Hack disse...

Talvez tenha sido o cotidiano que calou cocarnaval...
Ou a propria tempestade do ser...
Belos versos!
;D

pisovelho.com.br disse...

A minha seria como um show de rock...
carnaval é muito fútil :)

erapraseroff disse...

adoreii, muito bom mesmo!

da uma passada lá no meu também!
http://erapraseroff.blogspot.com/

Sandro Batista disse...

Augusto,

Cartola é o mestre dos mestres...rssss...

arqueiro_hank@hotmail.com

E já que o assunto é carnaval...hehehehhhe

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=92198375

Rhaissa N. Ramon disse...

Que triste... Sei como é, quando a festa acaba... Quando tudo termina.

Você escreve bem.

Marília Lage. disse...

Resposta para se comentário em meu blog: http://nostalgiareciproca.blogspot.com/2010/07/como-no-cinema-me-mandava-as-vezes-uma.html#comments

Obrigada pela visita.

jefhcardoso disse...

Outros carnavais virão, mas terá um, que será o último e nesse, a Colombina chega para ficar.
Jefhcardoso do
http://jefhcardoso.blogspot.com

Rodrigo Ferreira disse...

Gostei muito do seu blog e do seu texto.

abraço

Bruna Fernanda, 24 anos! disse...

Ual que lindo, Parabéns ...
E obg pela visita, bj.